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Saúde orienta que alunos com sintomas gripais evitem o ambiente escolar e alerta para importância da vacinação

Saúde orienta que alunos com sintomas gripais evitem o ambiente escolar e alerta para importância da vacinação


A Prefeitura de João Pessoa reforça o alerta para a importância da vacinação de crianças e adolescentes e destaca que atitudes simples, como o respeito à etiqueta respiratória, são fundamentais para conter a propagação de doenças nos ambientes escolares. A orientação é que quem tem sintomas como vômito intenso ou persistente, febre, coriza, mal-estar ou qualquer outro sinal de adoecimento não deve ser enviado à escola.

Os ambientes escolares, especialmente as creches, reúnem um grande número de pessoas e favorecem a circulação de vírus e bactérias. Doenças como gripe, resfriado, caxumba, sarampo e outras infecções respiratórias são comuns nesses espaços, justamente pela facilidade de transmissão. A tosse, por exemplo, é uma das principais formas de propagação dessas viroses.

“Mesmo quando os sintomas são leves, recomendamos que as crianças permaneçam em casa até a recuperação completa. Uma observação por pelo menos 48 horas em casos de suspeita de viroses leves ajuda a evitar surtos entre os colegas e profissionais desses ambientes. Além disso, após episódios de febre, o retorno à escola só deve ocorrer após pelo menos 24 horas sem sintomas e sem o uso de medicamentos antitérmicos”, orientou Fernando Virgolino, enfermeiro e coordenador de Imunização da Prefeitura de João Pessoa.

A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra doenças graves, especialmente em crianças e adolescentes. Manter uma caderneta de vacinação atualizada protege não apenas a criança, mas também toda a comunidade escolar, ajudando a prevenir doenças como sarampo, rubéola, caxumba e poliomielite. “No caso da Influenza, a imunização anual é recomendada para crianças a partir dos seis meses de idade. Além disso, é importante destacar que os professores também fazem parte do grupo prioritário para a vacinação. Por isso, é fundamental que esses profissionais procurem um serviço de saúde para garantir essa proteção”, destacou o coordenador.

Nos ambientes escolares – Além da vacinação, medidas de proteção individual e coletiva são essenciais. Em creches e escolas, é recomendado intensificar a higienização de brinquedos com água e sabão, utilizar lenços aplicados para secreções e estimular a lavagem frequente das mãos. A observação de sintomas entre os alunos também deve ser constante.

Fernando Virgolino explica ainda que, outras doenças comuns nos ambientes de educação infantil são conjuntivites, gastroenterites, síndrome mão-pé-boca e catapora. A prevenção passa por manter o documento de vacinação em dia, higienização adequada e com frequência e, que crianças adoecidas ficam em casa, resguardadas até uma recuperação completa.

“A febre, em especial, deve ser vista como um sinal de alerta. Ela pode indicar desde infecções simples até condições mais graves, atenção exigida e avaliação adequada”, completou o coordenador.

Políticas públicas para a infância e adolescência – Incluir iniciativas essenciais para a promoção da saúde e a prevenção de doenças. Nesse contexto, a vacinação nas escolas se destaca como uma estratégia permanente de ampliação do acesso aos serviços de saúde, contribuindo também significativamente para o aumento da cobertura vacinal.

Essa ação também integra a 8ª edição do Programa Prefeitas e Prefeitos Amigos da Criança (PPAC), iniciativa da Fundação Abrinq, que tem como objetivo fortalecer o compromisso com a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.



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